sexta-feira, 23 de julho de 2010

Natal, a cidade que guarda nossa gente.






Sobre o farol Mãe Luiza, entre o mar e a mata atlântica, Natal respira. Caprichada nos traços, sua geografia impõe grandeza e os caminhos às paisagens marginais revelam uma cidade brasileira naturalmente rica e humanamente desigual.






No forte do Reis Magos as cicatrizes da labuta de erguer uma cidade branca, colonizada. Mas nada alcançariam seus canhões sem a península desenhada para avista-mar. Forte cercado de olhos, primeira construção civil de Natal. Em respeito às vidas tiradas pela terra coquistada, uma capela para rezar.






E o Potiguar? Orgulho de uma gente conservar seu sobrenome nas raízes dos primeiros donos da terra. Aliados a grupos carregados de metal defendiam sua cidade, Natal.
Com os recém-chegados, anfitriões vão para trás das cortinas.
Não é comum ver índios nas faces de Natal mas atente aos seus cidadãos, faça uma viagem à Bahia, ao Amazonas... Sinta os traços do nosso povo infiltrados em sua identidade. Veja, eles ainda são índios. Muito mais que eu e você. Serão, para sempre, Potiguar.

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