“Se minha flor fosse uma rosa a graxa seria minha frô desabrochada à beira da estrada, escancarada com farto sorriso que o vento lhe deu
E eu fico bem confuso no conflito de qual graça arremata insaciável coração
Até cavei um canto meu a cada perfume e não encontro modo de separar
Nem que eu quisesse, amordaçado mais que jardim cercado
Só queria um tiquinho de suas cores e levantar minha bandeira de amor dado por satisfeito
Só duas... Só tuas divididas cores nacionalizam apreço meu
Fertilizo de paixão nessa grama; nesse chão
Nas mãos a terra comprimida
Por todo o resto suas folhas
Adulando botão do orgasmo
Ah... Essa natureza.”
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