Os homens falam, e falam, e falam, e falam...
Sugerem o desespero de um dia calar
Tudo o que vêem, sentem, ouvem... Lançam a falar
Ora sem preparo, sem reparo. Incoerente
Sem ciência do poder apaixona , magoa, ama e decepciona
Verbo ponte e a voz seu percurso
Palavra itinerante e o sentido seu curso
Palavra é rebanho no mundo
Amamentada e forte, perdura
Pré-matura à sorte, morre. Ou mata.
Minhas letras o querem, vento
Pobres meninas eufóricas...
Travam batalhas em aparecer
Vitrola já não canta música de ouvir
E eu vou ao mundo sem dizer.
Sábio sorri do Silêncio.
foto: Natureza França
Em João Pessoa o sol nasce em silêncio. E diz tanto...
que na Urca é silencio e tem muita paz....
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