quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Sem Título



Quem eu era e quem fui...

Quem eu era e quem sou.


Dores, crises e lamentos por dias contemporâneos que persistem desarrumados, desarrumando o ritual que já não mais referencia nada que seja possível administrar nestes sentidos que não fazem mais sentido... Que também não mais existem.


E porque chora, ora serena, ora tempestuosa, se no percurso que jorra é destino encontrar o liso, livre, híbrido?


Então solta essas amarras e navega onde só o vento pode acompanhar.


Acende a luz e nota que é claro em outro tempo e que o espaço é movimento e lhe permite navegar.


Escreve nas nuvens, cospe nas águas tuas letras desgastadas e finda o penar.


O mar amará teus braços e amarrará sem nós o teu mergulho espontâneo e sedento das águas frias que curam ressaca das quais nos despedimos consideravelmente mais leves.


E se este é o Universo que lhe chama e se o teu coração arde em chamas, chama o teu querer pois sofrer é fardo, é pedra, é baixo e pouco para tamanho Ser.


Ser Tão e Tanto...

Sentir-Se Tão e Tanto...


Seja. Sinta. Acredite.


Agora, por essas palavras, para mim e para você, oferte um sorriso!

Um comentário:

  1. Continue sempre fazendo com que sua luz irradie nossos corações !!
    Amo vc amiga linda !

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