Prevendo a falta que faria, tentou evitar sua companhia
Ignorou os primeiros sinais de afeto. Olhares discretos ignorou
No persistir a firmeza foi vã. Cedeu.
Mania, essa de amar e amar
Mania de escutar na pele a cor da energia e se entregar
Mania de abrir as portas ao que não se sabe
Mania de tanta obediência
Mania de doar.
Ainda bem que não chora mais
No silêncio da maresia já sente o sopro da brisa leve
Na beira da maré o seu sorriso faz fluir felicidade
E deixa passar ao coração, amor e solidão. Ambos irmãos.
Longe daquele, com carinho, o universo diz mais uma vez
Que o caminho foi feito sob medida para este eu doador
Que dor a dor é dó e ardor
Mas não se cansa de doar
Pois é seu dom: O Amor.
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