terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A máscara perecível do poder.

Aos berros. Ao mundo. Ao Eu.



O poder penetra a visão

Dilata da pupila um falso mais

Até mais ver, poder

Vê mais daquilo que quer

Engrandece... Encarece...


“Caro, profundidade não é amplitude.”

Mergulhado no ego o super idiota

Tritura palavras e cospe arrogância

Tolo.

Palavras voam em vão

E voam

E vão...


Tudo ao homem de poder

Homem ao tudo poder

Poder ao homem

Caro e cheio

De tudo

Tuas riquezas vazias


A máscara do poder é perecível

Perece e cai

Aos berros. Ao mundo. Ao Eu.


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