sexta-feira, 20 de agosto de 2010

mensageiro.

Tempo traga a fumaça do meu cigarro e sopra tua brevidade em frente minha ocupada previamente. O que previa mente.

Do que posso ver ainda fraquejo certas ondas; e até almejo remo valoroso de pinho e maçaranduba, quiçá linhagem reflorestada tragando minhas mãos abraçadas apertadas calejadas numa força sísmica que sopra vento molhado para bem longe... E bem perto.

Eu sei de tu, seu vento. Desde aqui assentada carrego meu queixo te vendo. Já faz tempo, era longe... E perto.

Menino à elegância do teu verbo nobre sábio fugaz.

És largo num triz

Rico de fome

Surdo no carnaval

Eu te sinto, seu moço. Te existo. És longe... És perto.

Tic... Tac... Tic. Tac. Tic; tac; tic, tac, tic tac, tictac tictactqtq.

Um comentário:

  1. Ameeeiii!!!!!!!! Aliás, eu quero é novidade, né?
    Você é maravilhosa!!!!!!!!!!
    bjocas

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